sexta-feira, 12 de setembro de 2025

O golo falhado

 A Inês tem a bola nos pés. Últimos segundos do jogo. Todos os olhos estão nela. Chuta… e falha. A baliza estava aberta, mas a bola saiu por cima. Derrota.

As lágrimas aparecem de imediato. “Como é que falhei aquilo?”, pensa. É o peso do erro, que pode esmagar um jovem atleta. Mas também é a grande lição do desporto: o erro faz parte. É inevitável.

Educar o sonho é ensinar que falhar não significa fracassar. Significa arriscar e crescer. O golo que não entrou hoje pode ser o combustível para treinar melhor amanhã.

O sonho não morre num erro. Pelo contrário: fortalece-se quando aprendemos a levantar a cabeça, assumir a falha e continuar a acreditar.






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Não queria escrever sobre Cristiano Ronaldo. Não por falta de opinião. Muito menos por falta de interesse pelo tema. Mas porque, nestes assu...