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quarta-feira, 20 de junho de 2018
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Feliz 2018
A todos vós desejo um Excelente Ano de 2018 e que todos os vossos melhores sonhos se concretizem. Um abraço de amizade.
E não esqueçam que o ano de 2018 fica marcado com um acontecimento muito especial que estará disponível nas livrarias em Fevereiro. O livro: "Educar o sonho" de minha autoria.
«Educar o sonho: ética e envolvimento parental na prática desportiva» é o título completo do livro. Com prefácios de José Lima (Coordenador do Plano Nacional de Ética Desportiva) e de João Luís Esteves (Doutorado em desporto e ex-jogador profissional de futebol), o livro tem ainda proémios de Júlio Garganta (Centro de Investigação, Formação, Inovação e Intervenção em Desporto da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto), de Duarte Gomes (ex-árbitro internacional e atual comentador de arbitragem) e de Rui Miguel Tovar (jornalista e comentador do programa Grandiosa Enciclopédia do Ludopédio da RTP). Além disso, o livro tem a chancela da Chiado Editora. As ilustrações são de Miguel Rebelo e Paulo Medeiros.
Trata-se de uma seleção de artigos publicados em vários Órgãos de Comunicação Social e revistos para esta edição. Os temas da ética e do envolvimento parental na prática desportiva dos filhos são a base deste livro, que aborda ainda temas relacionados com o impacto do despovoamento do interior no desporto, a arbitragem, uma homenagem a João Manuel, profissional de futebol já falecido, entre outros. O livro contém igualmente um caderno pedagógico sobre a participação dos pais na prática desportiva.
Vítor Santos nasceu em Viseu, em 1967, tendo sido praticante desportivo em várias modalidades e treinador de futebol de formação. Na sua vida, concilia a prática desportiva com a escrita e propõe-nos neste livro várias reflexões que vão desde os comportamentos e os valores do desporto até à importância do desporto na sociedade. Atualmente, tem realizado comunicações no âmbito da ética desportiva no país e estrangeiro.
No seu prefácio, José Lima escreve «Preocupado com a situação atual do desporto de formação e crítico com o futebol profissional, Vítor Santos leva-nos para uma reflexão provocadora do triângulo do desporto de formação: o atleta, os pais e o clube/treinador» e «O autor, por outro lado, deixa um manifesto, de certa forma político, ao abordar a desertificação do interior e a falta de recursos como aspetos limitativos do desenvolvimento desportivo no interior».
Por sua vez, João Luís Esteves declara «Importa referir que o livro não se limita a tocar em aspetos menos positivos do comportamento de Pais e Treinadores, ele promove, concomitantemente, a profilaxia destes comportamentos acendendo luzes orientadoras para este difícil processo de formação através do Desporto», rematando com «Estamos, assim, perante uma obra de leitura obrigatória para todos os que intervêm, direta ou indiretamente, no processo de formação de futuros Homens através do Desporto». Júlio Garganta, no seu proémio, afirma «Crianças e jovens, quando chegam para que os ajudemos a ser melhores, trazem consigo sonhos. Esses sonhos correm o risco de se transformarem em deceções e frustrações, quando não são devidamente enquadrados ou, como diz o Vítor Santos neste livro, educados».
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Somos um País de clubes que não gosta de futebol
A época de 2004-2005 está no fim. Este ano não há Europeu, as atenções vão estar centradas nas aquisições, nas mudanças que vão ocorrer nas equipas.
E que nos espera para a próxima época? Não tenhamos ilusões e tudo vai continuar muito igual. Não há dinheiro, os espectáculos desportivos em geral e o futebol em particular vão continuar a ser de baixa qualidade, vai se continuar a viver do «desenrasca».
Este ano, de eleições autárquicas, adia-se a nível nacional a reestruturação das competições nacionais, adia-se a prioridade patente de apostar na Formação, na qualidade dos espaços desportivos em prejuízo do sucesso visível a curto prazo, através de aquisições caras e sonantes, que se esgotam mesmo antes do Natal.
Portugal vive uma crise económica com reflexos na sociedade portuguesa de uma forma bastante significativa. O desporto e a cultura são as áreas que vão nos alimentando, mas corre-se o sério risco de vermos os investimentos a serem feitos em acções de shows em troca de uma politica rigorosa de investimento na juventude portuguesa, proporcionando-lhe condições de desenvolvimento desportivo e cultural de qualidade.
Somos um País de clubites, não se gosta de desporto, vive-se pelos clubes.
A evolução desportiva tem de ser feita. Não podemos viver o desporto da mesma forma que o fizemos no século passado.
A vitória do Benfica na Super Liga e a «proibição» de que foram alvo os seus adeptos de festejarem no centro da cidade do Porto é lamentável. Avisaram que isto ía acontecer e…fizeram-no! Todo o País viu, as televisões filmaram e que acontece? Nada.
A liberdade desportiva de cada um tem de ser respeitada. Precisamos de começar já a transmitir valores desportivos, de cidadania às nossas crianças aos nossos jovens. Leva tempo mudar mentalidades, mas temos de começar algum dia.
O que se passa na Super Liga passa-se em todos os escalões. As proporções é que são diferentes.
Desporto não é isto. Ser-se desportista, adepto não é o que vemos nos campos de futebol e fora deles na maioria das vezes.
A competição, a participação, a permuta de conhecimentos técnicos e táticos são fontes de enorme prazer para quem anda no Desporto, que gosta de desporto e que mesmo perdendo sente-se mais rico, mais forte. Os fundamentalistas dos clubes são sempre gente frustrada, não conseguem ter prazer na competição. Não saboreiam a felicidade da vitória, não choram na derrota. Não têm sentimentos desportivos.
Precisamos de apostar numa Formação de qualidade. O futuro se encarregará de nos compensar se o fizermos.
A paixão desportiva em Portugal está trocada. A paixão é nos espaços desportivos que se vê. Com civismo e respeito pelo próximo.
Clubes sem dívidas aos seus atletas, aos seus fornecedores, ao Estado rareiam cada vez mais. Os orçamentos têm de ser mais rigorosos. Temos de aprender a viver com o que temos. Podemos passar pelo «deserto» a nível internacional, mas não penhoramos o futuro das nossas crianças. Gerir com contas de merceeiro também não é solução. Mecenas são situações efémeras.
Benfica e Porto são os exemplos maiores de quem não tem dinheiro, que despreza a sua formação em troca do endividamento de todos nós na aquisição, quase sempre, de estrangeiros. O mau exemplo vem de cima.
O Benfica foi campeão com um só jogador, titular, formado por si. O Dínamo de Moscovo joga com mais portugueses que muitas das equipas portuguesas das nossas Ligas profissionais. Algo vai mal neste País sem dinheiro e com mentalidade de rico.
Portugal tem tantas equipas na Super Liga como países que têm uma densidade populacional e área geográfica muito superior à nossa.
O Desporto é só mais um exemplo. Um mau exemplo.
O Instituto Nacional de Estatística acaba de publicar as Estatísticas da Cultura, Desporto e Recreio 2003 do nosso país, a ver com atenção, e que me merece um comentário numa próxima oportunidade.
Mas agora é justo parabenizar os campeões. Destaco o meu amigo Mister Rui Manuel no Nelas. Através dele saúdo todos os que foram campeões e os que foram dignos, mesmo não sendo primeiros, da actividade desportista que praticam e honram.
E que nos espera para a próxima época? Não tenhamos ilusões e tudo vai continuar muito igual. Não há dinheiro, os espectáculos desportivos em geral e o futebol em particular vão continuar a ser de baixa qualidade, vai se continuar a viver do «desenrasca».
Este ano, de eleições autárquicas, adia-se a nível nacional a reestruturação das competições nacionais, adia-se a prioridade patente de apostar na Formação, na qualidade dos espaços desportivos em prejuízo do sucesso visível a curto prazo, através de aquisições caras e sonantes, que se esgotam mesmo antes do Natal.
Portugal vive uma crise económica com reflexos na sociedade portuguesa de uma forma bastante significativa. O desporto e a cultura são as áreas que vão nos alimentando, mas corre-se o sério risco de vermos os investimentos a serem feitos em acções de shows em troca de uma politica rigorosa de investimento na juventude portuguesa, proporcionando-lhe condições de desenvolvimento desportivo e cultural de qualidade.
Somos um País de clubites, não se gosta de desporto, vive-se pelos clubes.
A evolução desportiva tem de ser feita. Não podemos viver o desporto da mesma forma que o fizemos no século passado.
A vitória do Benfica na Super Liga e a «proibição» de que foram alvo os seus adeptos de festejarem no centro da cidade do Porto é lamentável. Avisaram que isto ía acontecer e…fizeram-no! Todo o País viu, as televisões filmaram e que acontece? Nada.
A liberdade desportiva de cada um tem de ser respeitada. Precisamos de começar já a transmitir valores desportivos, de cidadania às nossas crianças aos nossos jovens. Leva tempo mudar mentalidades, mas temos de começar algum dia.
O que se passa na Super Liga passa-se em todos os escalões. As proporções é que são diferentes.
Desporto não é isto. Ser-se desportista, adepto não é o que vemos nos campos de futebol e fora deles na maioria das vezes.
A competição, a participação, a permuta de conhecimentos técnicos e táticos são fontes de enorme prazer para quem anda no Desporto, que gosta de desporto e que mesmo perdendo sente-se mais rico, mais forte. Os fundamentalistas dos clubes são sempre gente frustrada, não conseguem ter prazer na competição. Não saboreiam a felicidade da vitória, não choram na derrota. Não têm sentimentos desportivos.
Precisamos de apostar numa Formação de qualidade. O futuro se encarregará de nos compensar se o fizermos.
A paixão desportiva em Portugal está trocada. A paixão é nos espaços desportivos que se vê. Com civismo e respeito pelo próximo.
Clubes sem dívidas aos seus atletas, aos seus fornecedores, ao Estado rareiam cada vez mais. Os orçamentos têm de ser mais rigorosos. Temos de aprender a viver com o que temos. Podemos passar pelo «deserto» a nível internacional, mas não penhoramos o futuro das nossas crianças. Gerir com contas de merceeiro também não é solução. Mecenas são situações efémeras.
Benfica e Porto são os exemplos maiores de quem não tem dinheiro, que despreza a sua formação em troca do endividamento de todos nós na aquisição, quase sempre, de estrangeiros. O mau exemplo vem de cima.
O Benfica foi campeão com um só jogador, titular, formado por si. O Dínamo de Moscovo joga com mais portugueses que muitas das equipas portuguesas das nossas Ligas profissionais. Algo vai mal neste País sem dinheiro e com mentalidade de rico.
Portugal tem tantas equipas na Super Liga como países que têm uma densidade populacional e área geográfica muito superior à nossa.
O Desporto é só mais um exemplo. Um mau exemplo.
O Instituto Nacional de Estatística acaba de publicar as Estatísticas da Cultura, Desporto e Recreio 2003 do nosso país, a ver com atenção, e que me merece um comentário numa próxima oportunidade.
Mas agora é justo parabenizar os campeões. Destaco o meu amigo Mister Rui Manuel no Nelas. Através dele saúdo todos os que foram campeões e os que foram dignos, mesmo não sendo primeiros, da actividade desportista que praticam e honram.
in Jornal do Centro (27-05-2005)
Pregar no deserto: há um ano, tal e qual como hoje
Esta expressão faz todo o sentido no que respeita a tudo que tenho escrito nestas páginas sobre o Académico de Viseu. Valerá mesmo a pena?
Vivo o desporto, e o futebol em particular, na sua forma mais pura e bela que este pode ter. Não entendo a vivência guerreira de alguns agentes desportivos em oposição ao desportivismo, à competição séria e verdadeira.
Para a escrita deste artigo quinzenal «mergulhei» no meu arquivo e reli as reflexões dos meus amigos Prof. João Luís e Dr. José Costa, os artigos dos jornalistas Gil Peres e José Luís Araújo. E que constato?
Muito do que tenho dito nestas páginas já eles o escreveram, e que também eles se devem sentir pregadores do deserto, sentir que hoje voltavam a escrever precisamente o mesmo.
As reflexões são radiografias exactas da realidade academista. Continuam actualizadíssimas. Diagnosticavam o que mal estava. Davam indicações e alertavam para o debate sério e desinteressado que deve ser feito entre todos os que têm responsabilidade e os que são sensíveis ao fenómeno desportivo. Mas adiou-se, adia-se.
Os artigos de pesquisa fazem análises interessantíssimas do estado em que o clube estava e como foi que lá se chegou.
Há precisamente um ano, na imprensa regional e nacional, o Académico SAD era noticia por comunicados de jogadores alertando para o não pagamento de ordenados; era notícia por um treinador em ameaça constante de rescindir contrato; pela falta da existência de uma alternativa directiva no clube; pela frustração da não subida do Ac.Viseu SAD à 2.ª liga.
As reflexões são radiografias exactas da realidade academista. Continuam actualizadíssimas. Diagnosticavam o que mal estava. Davam indicações e alertavam para o debate sério e desinteressado que deve ser feito entre todos os que têm responsabilidade e os que são sensíveis ao fenómeno desportivo. Mas adiou-se, adia-se.
Os artigos de pesquisa fazem análises interessantíssimas do estado em que o clube estava e como foi que lá se chegou.
Há precisamente um ano, na imprensa regional e nacional, o Académico SAD era noticia por comunicados de jogadores alertando para o não pagamento de ordenados; era notícia por um treinador em ameaça constante de rescindir contrato; pela falta da existência de uma alternativa directiva no clube; pela frustração da não subida do Ac.Viseu SAD à 2.ª liga.
Está tudo registado.
Em contraste com essa situação vivia-se com as excelentes prestações e resultados das equipas de formação do Clube nos diversos campeonatos em que competiam. Tal e qual como hoje. Os juniores e iniciados do clube têm a manutenção no nacional garantida, os juvenis estão a um pequeno passo de subirem ao respectivo campeonato nacional da categoria, e os infantis e escolas são consideradas as equipas mais fortes e em melhor posição de ganharem os campeonatos distritais em que estão inseridas.
Uma conclusão salta aos olhos sem grande reflexão: existe em Viseu muita juventude com aptidão e dedicação para a prática desportiva, neste caso o futebol. Vai-se continuar a frustrar estes jovens?! E que reflexos pode ter isso numa sociedade de jovens sem expectativas de fazerem uma formação desportiva séria e de qualidade?!
Não se pode abandonar estes jovens. Estão em competição e até final desta época têm de continuar a ser acarinhados e a serem-lhes proporcionadas as melhores condições possíveis. Em paralelo, já devia estar em marcha um processo de alternativas válidas para a viabilização do clube ou de uma «renovação engenhosa». Parece-me é que existe só um pequeníssimo grupo interessado e voluntário na procura de uma solução.
Organizar o clube, trazer o clube para o centro da cidade através de uma Sede Social visível e digna, colocar o clube na web, criar uma nova imagem, moderna e atractiva, de tudo isto o CAF precisa e muitos profissionais desta área podem colaborar neste sentido. Para alguns podem ser pormenores eu defendo que é a única forma do clube renascer e de se assumir de uma vez por todas como o «porta-estandarte» da cidade, da região. Não se pode dizer sempre mal, de andar a sempre a culpar «os outros». Todos podem e devem colaborar.
A Comissão Administrativa do Clube tem em «campo» um peditório junto das empresas e comerciantes e a recepção está a ser bastante simpática, com o abrir de portas que se pensavam fechadas. Os montantes podem ser pequenos, são insuficientes, a conjectura económica está mal para todos, mas tem de ser reconhecido mais este esforço que se tem feito para ajudar o Clube a ir superando o seu dia a dia. Louve-se.
Se todos contribuirmos da melhor forma que soubermos e pudermos, será tudo mais fácil de certeza.
O Académico não é único clube no Concelho, mas é o Clube do Concelho, do Distrito.
Estas semanas não são propícias a grandes desenvolvimentos regionais desportivos, jogam-se as finais da Super Liga, a final da Taça Uefa, a final da Taça de Portugal e as atenções desportivas vão estar centradas nestes jogos. Vai ser delicioso ver o futebol na sua maior pujança a proporcionar-nos alegrias, tristezas. O futebol é isto. Hoje ganha-se, amanhã perde-se. Mas não é o futebol um jogo?!
Quem passa por estas emoções, por sentimentos opostos em questões de minutos… sabe entender e viver o desporto como deve ser vivido: com espírito de campeão, mesmo quando não ganha.
No distrito quase tudo está decidido, com o balanço final
a poder-se considerar positivo com as prestações das nossas equipas dentro das quatro linhas.
Só faltava mesmo é o Académico subir.
Em contraste com essa situação vivia-se com as excelentes prestações e resultados das equipas de formação do Clube nos diversos campeonatos em que competiam. Tal e qual como hoje. Os juniores e iniciados do clube têm a manutenção no nacional garantida, os juvenis estão a um pequeno passo de subirem ao respectivo campeonato nacional da categoria, e os infantis e escolas são consideradas as equipas mais fortes e em melhor posição de ganharem os campeonatos distritais em que estão inseridas.
Uma conclusão salta aos olhos sem grande reflexão: existe em Viseu muita juventude com aptidão e dedicação para a prática desportiva, neste caso o futebol. Vai-se continuar a frustrar estes jovens?! E que reflexos pode ter isso numa sociedade de jovens sem expectativas de fazerem uma formação desportiva séria e de qualidade?!
Não se pode abandonar estes jovens. Estão em competição e até final desta época têm de continuar a ser acarinhados e a serem-lhes proporcionadas as melhores condições possíveis. Em paralelo, já devia estar em marcha um processo de alternativas válidas para a viabilização do clube ou de uma «renovação engenhosa». Parece-me é que existe só um pequeníssimo grupo interessado e voluntário na procura de uma solução.
Organizar o clube, trazer o clube para o centro da cidade através de uma Sede Social visível e digna, colocar o clube na web, criar uma nova imagem, moderna e atractiva, de tudo isto o CAF precisa e muitos profissionais desta área podem colaborar neste sentido. Para alguns podem ser pormenores eu defendo que é a única forma do clube renascer e de se assumir de uma vez por todas como o «porta-estandarte» da cidade, da região. Não se pode dizer sempre mal, de andar a sempre a culpar «os outros». Todos podem e devem colaborar.
A Comissão Administrativa do Clube tem em «campo» um peditório junto das empresas e comerciantes e a recepção está a ser bastante simpática, com o abrir de portas que se pensavam fechadas. Os montantes podem ser pequenos, são insuficientes, a conjectura económica está mal para todos, mas tem de ser reconhecido mais este esforço que se tem feito para ajudar o Clube a ir superando o seu dia a dia. Louve-se.
Se todos contribuirmos da melhor forma que soubermos e pudermos, será tudo mais fácil de certeza.
O Académico não é único clube no Concelho, mas é o Clube do Concelho, do Distrito.
Estas semanas não são propícias a grandes desenvolvimentos regionais desportivos, jogam-se as finais da Super Liga, a final da Taça Uefa, a final da Taça de Portugal e as atenções desportivas vão estar centradas nestes jogos. Vai ser delicioso ver o futebol na sua maior pujança a proporcionar-nos alegrias, tristezas. O futebol é isto. Hoje ganha-se, amanhã perde-se. Mas não é o futebol um jogo?!
Quem passa por estas emoções, por sentimentos opostos em questões de minutos… sabe entender e viver o desporto como deve ser vivido: com espírito de campeão, mesmo quando não ganha.
No distrito quase tudo está decidido, com o balanço final
a poder-se considerar positivo com as prestações das nossas equipas dentro das quatro linhas.Só faltava mesmo é o Académico subir.
in Jornal do Centro (13-05-2005)
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