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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Visto & Falado

João Paulo Correia
O Ac. Viseu ficou esta semana sem o seu treinador. As razões pelas quais este se demitiu continuam, e assim vão continuar, no segredo do próprio. João Paulo Correia tem mantido uma postura discreta em todo este processo. Sai como entrou: fiel aos seus princípios e valores. Corroboro com esta sua atitude que defende a equipa que ate ao fim de semana passado era a sua. A vida continua e outras portas se vão abrir. Boa sorte Mister.


Ac. Viseu vs João Paulo Correia
Parecia uma relação perfeita de presente com futuro. De um lado o Ac. Viseu que procura para a sua equipa sénior um rumo, uma identidade que a coloque de novo no centro do desporto da Região. Do outro, João Paulo Correia, um jovem técnico com carisma, com valências para o cargo e um viseense conhecedor de toda a envolvência do clube. Parecia ser o fato à medida do corpo. Foi de pouca dura a relação. Onde está a culpa? Porque falhou? São perguntas sem resposta.

Santacombadense
É a surpresa, pela negativa, da divisão de Honra da AFV. A equipa de Santa Comba Dão é sempre uma equipa que luta pelos lugares do topo da classificação. O inicio não está a ser o que era esperado e com apenas dois pontos ocupa o último lugar da tabela classificativa. Ainda falta muito campeonato e um clube com experiência e servida por bons técnicos e atletas vai conseguir dar a volta por cima.



in Jornal do Centro de 22 de Outubro de 2010

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Visto & Falado

Tondela e Ac. Viseu
Filipe Moreira e João Paulo Correia alcançaram duas vitórias para o campeonato em outros tantos jogos. Entrar a ganhar é sempre motivador e estabiliza o grupo de trabalho. O Tondela liderar a 2.ª Divisão é significativo quanto à ambição que o clube tem para esta época. O Ac. Viseu procura manter-se no grupo da frente que disputará o Play off da subida. Muito cedo ainda para grandes conclusões, mas não deixa de ser melhor começar a ganhar que a perder.

G.D. Oliveira de Frades
A subida à 3.ª Divisão Nacional não alterou a construção do grupo de trabalho da equipa de Lafões. A estabilidade e consistência do clube são factores que o clube não prescinde e só valida o trabalho feito. João Bento sabe que a sua equipa precisa de tempo para adaptar-se a novos desafios e as duas derrotas iniciais podem ser fruto de isso mesmo, a inexperiência. Nada perdido.

S.L Nelas
Mais uma vez aparecem notícias da não participação do S.L. Nelas no Campeonato de Honra da A.F.V. A crise parece que foi mesmo para ficar e todos os esforços têm sido em vão. O futebol sénior pode mesmo extinguir-se. A boa vontade, disponibilidade não têm chegado para tirar o clube da situação difícil em que caiu. A esclarecer o que se quer em e para o S.L. Nelas.
in Jornal do Centro de 01.10.2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

Visto e Falado

João Paulo Correia
O Ac. Viseu ao contratar o Prof. João Paulo Correia para técnico da equipa sénior está a apostar, e bem, na qualidade técnica e organizacional de um treinador jovem e viseense. Só o tempo poderá confirmar o quanto foi acertada esta opção sendo certo que o AVFC tem de caminhar para a sua sustentabilidade e procurar soluções de presente com futuro. Esta é um bom exemplo. Boa sorte Mister.
Torneio Internacional de Futebol Juvenil do SVB
O Torneio Internacional de Futebol Juvenil do Viseu e Benfica já tem um lugar de destaque no calendário desportivo de Viseu. Este é um Torneio que permite que as crianças e jovens do distrito possam competir com equipas de outras regiões, neste caso de um outro País. São 120 jovens franceses que vão estar este fim-de-semana em Viseu para praticar desporto e terem contacto com a nossa cultura. Um exemplo.
Moimenta da Beira & Campia
São os dois clubes que acompanham o Mortágua na despromoção à 1.ª Divisão da AFV. Num campeonato não podem ganhar todos e os clubes que agora descem de divisão têm de encarar tal situação com naturalidade. Para o ano serão certamente equipas fortes e competitivas na 1.ª divisão da AFV e vão dar mais qualidade a este campeonato. Força.
in Jornal do Centro de 21 de Maio de 2010

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O caminho natural

A escolha de um treinador é sempre um processo difícil. Perfilam-se sempre vários candidatos a exercerem um cargo de treinador em quase todos os clubes. Quem tem de fazer a opção de escolha deve ponderar sempre vários aspectos.
Assim como os clubes, também os treinadores, possuem características diferentes e têm a sua própria marca. O futebol tem evoluído consideravelmente em termos científicos que dão base ao treino. Os técnicos constituem equipas, as chamadas «Equipas Técnicas», com o propósito de gerirem todas as áreas técnicas, psíquicas e físicas do grupo de trabalho.
Estratégia, trabalho, disciplina, versatilidade, amizade, psicologia e conhecimento de recursos humanos existentes são termos que hoje, quase todos, os Técnicos dominam.
As Equipas Técnicas são elas, também, geradoras de novos líderes. O papel exercido pelos colaboradores do Técnico Principal permite a estes a aquisição de inúmeros conhecimentos e vivências que os obrigam mais tarde ou mais cedo a fazerem eles próprios o seu caminho.
Mourinho é o caso mais mediático de um “Adjunto” que evolui para Técnico Principal. Na região de Viseu outros seguem este caminho. O começo nas camadas jovens e a passagem a uma equipa técnica é, quase sempre, um óptimo caminho. A muitos falta a paciência para passarem por todos estes degraus.

Prof. João Paulo Correia e Mister Carlos Agostinho

Em Viseu existem técnicos, que têm condições, para darem o salto para a liderança de uma equipa pelo trabalho desenvolvido, quase sempre, na sombra do Técnico Principal. Prof. João Paulo Correia e Prof. Vitó Marques, são exemplos deste grupo de colaboradores.

in Jornal do Centro de 30 de Maio de 2007


Mourinho: The special one

José Mourinho é, justamente, considerado o melhor treinador português.
As derrotas desportivas que tem sofrido nos últimos jogos parecem agradar a muita gente. Muitos portugueses vibram com essas derrotas. Não se compreendem estes sorrisos irónicos por quem tem sucesso profissional.
Mourinho é um dos treinadores com mais êxito desportivo nos últimos cinco anos. O reconhecimento do seu mérito é mundial. A sua reputação só tem sido manchada pelo seu «mau perder».
Sabe-se que, no estrangeiro, Mourinho só é amado enquanto tiver vitórias desportivas. Em Portugal deve ser amado pela qualidade do seu trabalho, pelos êxitos que alcança, por ser um português de sucesso e que não se deixa pisar por ser lusitano. A Inglaterra só o quer enquanto ele ganhar.



Mister Mourinho


O mau perder tem prejudicado a imagem do técnico do Chelsea que continua inebriado na sua pessoa. Não podemos apoiar todos os gestos e atitudes de Mourinho, mas enaltecer a qualidade do seu trabalho. São os próprios atletas a elogiarem-no.
Mourinho promete e tem conseguido cumprir as promessas. É diferente até nisso. Um treinador de futebol é um líder pela função que ocupa. Mourinho já é um líder por natureza.
Os portugueses demonstram não serem capazes de reconhecer o sucesso de um conterrâneo, sem qualquer inveja.
A Liga Profissional Portuguesa de Futebol foi a que teve mais «chicotadas psicológicas», em toda a Europa, durante esta época. Difícil ser treinador de futebol numa mentalidade destas. Não basta a falta de organização e rigor no futebol português!

in Jornal do Centro de 16 de Maio de 2007


“Não Querer é Poder”

A propósito do último Benfica-Sporting cabe fazer uma referência à opção do clube leonino em segurar 1 ponto (nos últimos 20 minutos). O futebol português é o do “Apito Dourado”, dos ordenados em atraso, dos estádios vazios, dos comentadores do dia seguinte serem advogados de gravata, dos fracos espectáculos, da Formação coxa. Esta é a caracterização real do futebol português.
Perante isto a opção do Sporting em jogar para a Liga dos Campeões é legítima. Clubes como F.C.Porto, Benfica e Sporting não devem estar ausentes nesta competição.
A vitória no campeonato nacional português ou Liga de uma qualquer empresa começa a ser menos importante. Quem não está na Europa do futebol não existe.
Os milhões de euros que a Liga dos Campeões proporciona e a competitividade desportiva que lhe está inerente são mais do que suficientes para justificar a primazia de lutar por um lugar que dê acesso directo à prova.
Vários clubes abdicam nas competições internas da melhor equipa, numa gestão que lhes permita andar o mais tempo possível nas provas europeias.

Processo Apito Dourado
Os clubes não podem gerir época a época, têm de ter uma visão estratégica a médio prazo, de forma a não terem num resultado desportivo, menos bom, uma sentença de morte na gestão orçamental.
Não se sabe quando haverá um campeonato europeu de clubes, mas convém desde já ir somando pontos para quando esse momento chegar se estar posicionado na grelha de partida de forma que não se fique de fora.
Não querer é um Poder ao alcance de quem toma opções.

in Jornal do Centro de 03 de Maio de 2007

Antes dos 14, já fora do jogo… e da infância

O futebol forma cada vez mais cedo – e descarta ainda mais depressa. Entre o investimento e a realidade, há um sistema que continua a falhar...