sexta-feira, 4 de novembro de 2016
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Visto & Falado
Equipas do distrito VitoriosasAs equipas da AFV participantes na 3.ª Divisão venceram os jogos desta última jornada. O Penalva do Castelo, com Carlos Agostinho, continua a ser uma equipa estável e que mais uma vez se posiciona para lutar pela subida de divisão. Cinfães, Sampedrense e Oliveira de Frades somaram 3 pontos importantes para alcançarem os objectivos traçados no inicio da época. Se o Cinfães é já uma equipa com historial nesta divisão, as equipas de Lafões estão a lutar por amealhar pontos para fugirem da zona de despromoção o mais cedo possível. Na série D o Ac. Viseu conseguiu mais uma boa vitória e soma já 9 pontos em 3 jornadas.
Município de ResendeA assinatura de um protocolo de colaboração, na modalidade de andebol, com o F. C. Porto pode ser uma iniciativa bastante proveitosa para o desenvolvimento desta modalidade no Município. A equipa de juniores do Porto vai realizar os seus jogos em Resende e a juventude local deve ser motivada a participar. Num protocolo procura-se, sempre, que seja vantajoso para as duas partes e que ambas fiquem a ganhar.
Pavilhão do FonteloO «velhinho» pavilhão do Fontelo continua a dar água pelas barbas a quem , diariamente, ali pratica desporto. A degradação é bem visível e com a chegada da chuvas as condições deterioram-se. As infiltrações de água são uma constante e Viseu não consegue dar resposta a exigências de qualidade para a prática das modalidades de pavilhão. A indefinição quanto ao futuro do mesmo leva já tempo a mais. Requalificar ou construir um novo eis a questão. Mas faça-se algo.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Visto e falado
Rugby Clube ViseuBicampeões Nacionais de Equipas Emergentes - rugby 15. Pelo 2º ano consecutivo o Rugby Clube Viseu sagrou-se Campeão Nacional de Equipas Emergentes. O título foi conquistado, na última jornada, em Coimbra, frente à equipa de Abrantes, com um empate sem pontos. Parabéns ao Rugby Clube de Viseu e todos quantos estão envolvidos nesta modalidade no Distrito.
Os RepesensesO trabalho e a paixão são características intrínsecas do Clube Futebol Os Repesenses. As crianças e jovens têm tido neste clube um espaço único e muito sui generis para a prática do futebol. Agora um sonho tornou-se realidade para o clube e para a própria freguesia de Repeses. Com o apoio da CMV, o estádio Montenegro Machado já tem relvado sintético e os jogadores têm agora melhores condições para o seu desenvolvimento.
Campos de praiaNão é possível deixar de dizer que a obra feita no Fontelo não merece qualquer tipo de reparo. Os campos de futebol e volei de praia estão feitos. Uma estrutura bonita. Agora há que os rentabilizar. Mas continua-se a afirmar que não era isto que as crianças e os jovens desportistas precisam. Deve haver prioridades. Pôr perfume sem tomar banho… não dá bom resultado.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Requalificação do Estádio do Fontelo
Viseu até poderá ser (não o é!!) uma cidadezinha em relação a cidades do litoral mas pede meças a quaisquer uma delas quando toca a encher estádios. Para os mais arredados da discussão, recordo que Viseu quando estava na 1.ª divisão de futebol foi o 4º clube com mais assistência nos campos, a seguir aos três grandes do futebol português e como tal, se mais não houvesse só por isto, diria que comparar o Parque do Fontelo com os existentes nas cidades referidas é estar completamente desatento ao fenómeno desportivo. As Beiras uniram-se, naquele tempo, em torno de um clube e de Lamego a Belmonte, de Pinhel a Oliveira do Hospital todas as estradas nacionais ou regionais, conduziam no fim de semana a Viseu. A região identificava-se com o clube que a representava e galvanizava as suas gentes a encher as apertadas e curtas bancadas do Estádio Municipal do Fontelo.
Com o fim deste cenário pelas razões conhecidas que, o então Académico atravessou, a requalificação do Estádio deixou de ser e ainda hoje não o será uma prioridade actual mas espera-se que o Fontelo a breve prazo seja motivo de um plano de intervenção bem estudado que, complemente as melhorias que têm sido ali realizadas.
E digo bem estudado porque, pior do que o dinheiro que lá se poderá gastar é fazê-lo sem visão de futuro, à semelhança do que se fez nos citados Estádios. Viseu, acredito eu, saberá justificar um estádio moderno com salas de apoio a atletas, treinadores, jornalistas, “corredores de fim de semana”, enfim… um Estádio útil. Não temos um Estádio novo às moscas e alvo de falência é certo mas, também não precisamos de um ter um Estádio velho, acabado, gasto, sem condições para os atletas e para os espectadores para gáudio de alguns, pois não?
Pelo Fontelo passam diariamente mais de 6 clubes e ao fim de semana realizam-se dezenas de jogos envolvendo centenas de jovens. O Fontelo não é, nem nunca foi, ao contrário do Mário Duarte em Aveiro ou do Magalhães Pessoa em Leiria da exclusividade de um só clube e Viseu é e tem sido, uma região com muito e bom desporto de competição, que não se resume à falência do Estádio de futebol, como alguns querem fazer passar.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
“Somos Todos” & Scolari
Viseu está, como previsto, na abertura dos noticiários televisivos, radiofónicos e em dossiers especiais sobre o Euro 2008 na Imprensa escrita. Orgulhamo-nos da nossa Região, de ser Beirões e agora podemos partilhá-lo com o país.
Alexandre Alves identifica Beirão como ” …um Homem de carácter: vertical, franco e inteiriço” e são estas características que nos vão ajudar a assumir a nossa condição de adeptos, apoiantes de uma paixão nacional. Sem preconceitos ou complexo de inferioridade.
Mas nós sabemos, os que aqui vivemos, que nem todos têm orgulho em ser Beirão e quando vestem um fatinho com gravata e viajam para Lisboa esquecem-se de quem são, onde pertencem. Passemos à frente.
A selecção portuguesa já trilha o último caminho antes do Euro 2008. Viseu que se auto-proclama “Coração de Portugal” recebe os jogadores com bandeiras nas janelas, cartazes nos postes de iluminação, cachecóis saídos das janelas dos carros. Aquilino Ribeiro escreveu “Viseu, por si, é uma cidade encantadora” e, quando associada a um evento destes o encantamento torna-se muito maior.
Hoje a selecção “somos todos”, expressão utilizada pelo seleccionador, e em que cada um de nós é parte desse todo. Só assim podemos desfrutar da festa, envolvemo-nos no apoio, na paixão que o futebol ainda tem.
O Estádio do Fontelo tem-se demonstrado pequeno para tão grande procura. A verdade é que este é o nosso estádio, ou da Câmara se preferirem, e chega perfeitamente para o futebol que temos e que merecemos ter, durante o resto do ano. As infra estruturas desportivas existentes são de qualidade e são suficientes para um clube profissional de futebol. Falta é o clube.
A requalificação do Fontelo deve englobar o Estádio a médio prazo, mas não é uma prioridade do Concelho em termos desportivos.
Scolari tem à disposição um lote de excelentes futebolistas. Depois do segundo lugar em 2004 e da 4.ª posição no Mundial de 2006, a ambição pode ser do tamanho do sonho. Sonhar é mesmo uma característica do povo português que, ainda hoje, sonha com o regresso de D. Sebastião.
Quem neste país triunfa com trabalho, com rigor, com liderança é mal reconhecido ou melhor, invejado. Scolari é um técnico de referência, que tem êxito. Disciplinado, defende o benefício do Todo em sacrifício do individual. Os portugueses são alérgicos à disciplina, têm dela uma visão negativa. A tendência é para associar disciplina com algo que lhes é imposto contra vontade e não algo que se adopta, baseando-se no reconhecimento dos seus benefícios.
A experiência de Scolari é enorme e a disciplina é a base de uma forte e eficaz liderança. Uma disciplina sensata com regras que podem ser cumpridas na totalidade. Mas é esta disciplina, este rigor que fazem dele um «duro» para os críticos do costume. Um excelente treinador a quem se pede que continue a somar êxitos desportivos no comando da selecção portuguesa.
Como treinador que é, terá sempre nos resultados desportivos um barómetro e ele próprio saberá fazer a análise dos mesmos em função do seu trabalho e da sua continuidade. Há pessoas assim. Sabem ocupar o seu lugar e por isso, dizem, têm «mau feitio»!
No campo, Scolari, quase não é questionado. Diz bem do seu valor.
Força Portugal.
Fontelo: pulmão da cidade
Há muito que se defende um projecto de requalificação para este espaço, que acolha a prática desportiva (amadora e profissional) sem ferir o meio ambiente. Tem-se verificado pontualmente a renovação de infra estruturas desportivas.
A procura acentua-se nos finais das tardes e fim de semanas pelo que se justifica a existência de responsáveis técnicos desportivos, cuja formação adequada lhes permitia não só promover o desporto, orientar os desportistas como a protecção da natureza.
Uma actividade física bem escolhida, correctamente doseada, de acordo com os gostos de cada um, contribui para uma melhor qualidade de vida.
O Fontelo tem de ser preservado e são os atletas que o frequentam os seus maiores defensores, nunca é demais dizê-lo.
Campeões na…improvisação
Quem tem responsabilidades politicas e desportivas podiam e deviam nessa altura equacionar a criação de um projecto ambicioso e sólido. Não aconteceu.
Parece que a colocação de dois relvados sintéticos e a construção de balneários eram só por si factores de desenvolvimento do futebol viseense. Mentira. Os recursos Humanos que utilizam o Fontelo diariamente são competentes, pois são, quase, os mesmos que ao longo de muitos anos têm vindo a assegurar a formação desportiva a muitos jovens, do distrito, com resultados reais.
Agora o Fontelo tem 6 clubes com várias equipas a utilizarem os campos de futebol. Os gabinetes técnicos, os ginásios, nem sequer foram previstos. Isso sim era preparar o futuro dando as melhores condições e não, só, as boas.
Se querem falar em complexo desportivo deviam ver o do Feirense, com 8 campos relvados, ginásio, balneários, posto médico, gabinetes técnicos, rouparia e cantina.
in Jornal do Centro de 25 de Outubro de 2006
Fontelo: obra inacabada
Quem se deslocou este fim-de-semana ao Fontelo deparou-se com um grande movimento desportivo. O tempo ajudou, mas o facto de se realizarem naquele magnifico espaço, natural, vários encontros de futebol, andebol e atletismo deram-lhe ainda mais cor.
Com alguns anos de atraso, as estruturas desportivas têm vindo a melhorar e a colocação de sintético nos campos de futebol permite uma actividade ininterrupta de várias horas.
Durante a semana convivem várias equipas, dos mais variados escalões etários. A cooperação, a entreajuda entre todos é por demais evidente. São 6 (seis), os clubes federados que utilizam os campos de futebol do Fontelo.
A planificação neste tipo de estruturas deve ser feita por uma equipa que congregue além dos Engenheiros e Arquitectos os Técnicos de Desporto e Dirigentes. O contributo de todos só pode optimizar, mais, as instalações e evita as alterações a curto/médio prazo. É que há pormenores que por muito pequenos que sejam aos olhos dos leigos, são importantes para quem está a trabalhar no terreno, na competição ou no treino. As condições de treino e de jogo melhoraram bastante. É notória a melhoria, comparativamente a alguns anos atrás. No entanto pelo que se descortina ainda existe muito trabalho a ser realizado.
Agora é esperar pelas Piscinas e o . . . Pavilhão.
Tentar objectivar o subjectivo
Infelizmente este fenómeno ainda se verifica, na Imprensa regional, devido aos elevados custos que acarreta ter jornalistas profissionais nos quadros. Mas que isenção tem esta informação?! Pode-se sempre dizer que é melhor ter esta que não ter nenhuma e tem uma certa lógica. As probabilidades de ver um texto publicado sobre a «nossa» equipa aumentam. Mas é perigosa esta aproximação com o jornalista.
Muitas das vezes o jornalista escreve sobre o que não presenciou, pelo que deve fazer uma escrita informativa, mais factual (constituição das equipas, substituições, acção disciplinar, golos). Num meio pequeno o jornalista é facilmente identificado.
É que o jornalista é como os treinadores. O seu trabalho é público e diariamente encontra pessoas que se consideram aptos a criticá-lo. Assim como o treinador, o profissional da informação tem sempre alguém na bancada que se diz capaz de fazer uma equipa melhor. Um pode compreender o outro.
Onde começa o jornalista e termina o amigo? Um e outro descobrem a fronteira no dia em que surge o primeiro choque.
No mundo do desporto a função do jornalista só encontra paralelo na do treinador.
Fontelo: um espaço de excelência
A requalificação do Fontelo é um motivo de esperança na evolução do desporto federado viseense. Não se pode fechar os olhos ao trabalho que ali está a ser feito. As instalações estão belíssimas e funcionais.
O futebol de formação será o grande beneficiado da melhoria desta estrutura desportiva. Espera-se que outros desportos beneficiem deste magnífico espaço, que é o Fontelo.
A filosofia que acompanha a prática desportiva juvenil, no universo de todos aqueles que intervêm nesta área, está ainda fortemente dependente da sensibilidade de cada um dos intervenientes, sendo construída, maioritariamente, de uma forma espontânea e intuitiva, fruto de diversos factores condicionantes que quase sempre actuam de forma aleatória e com pouco sentido regulador, deixando ao livre arbítrio dos intervenientes e à respectiva capacidade de reflexão, a sua utilização numa ou noutra direcção.
Este é um tempo de mudanças. Aguarda-se, agora, a criação de um projecto desportivo para um crescimento sustentado da prática desportiva em Viseu. Autarquia e clubes devem trilhar o mesmo caminho, devem buscar a excelência que estas instalações desportivas e a qualidade dos Técnicos permitem acalentar.
Os Técnicos desempenham uma função central no desenvolvimento do jovem atleta, do ponto de vista físico, psicológico, emocional e social. Para desenvolverem este trabalho os Técnicos precisam de condições para o realizarem. O Fontelo começa agora a ter.
A Imprensa regional tem dado boas notícias no que respeita às novas estruturas desportivas que se estão a projectar em Viseu. Não vale muito falar em atrasos, mas em programa de rentabilização das mesmas a curto/médio prazo.
Os trabalhos de requalificação das instalações desportivas do Fontelo e o facto de Viseu ter sido contemplado pelo projecto Hat-Trick, promovido pela UEFA, auguram um futuro mais feliz para o desporto viseense.
Fazendo contas aos metros quadrados de superfície desportiva útil criada nas últimas décadas e extrapolando para o futuro, à taxa média de crescimento da oferta de equipamentos, o nível viseense ainda vai levar tempo a alcançar a satisfação total.
Mas já é um bom começo.
Espera-se que estes projectos transmitam uma imagem de qualidade, de seriedade e de exigência, no que se refere à sua utilização por aqueles que as vão frequentar. Por isso deve-se defender a necessidade de uma equipa de técnicos especialistas diversificados na coordenação e monitorização destes novos espaços.
A Alta competição tem de voltar a passar por Viseu e essa é sinónimo de excelência em todas as suas componentes, devendo essa qualidade estar presente em tudo que a caracteriza e rodeia. Recursos Físicos e Humanos complementam-se e alcançam resultados de excelência.
É altura de se acabar de vez com a mentalidade do «apito dourado». Esta não produz qualidade, não motiva os verdadeiros atletas campeões e só produz resultados efémeros, que têm hipotecado o futuro.
in Jornal do Centro (03 de Março de 2006)
Uma vida inútil é uma morte precoce
Com a, possível, «selagem» da Sede do clube o que fica? Quase nada.
Os problemas financeiros, bastante negativos, permanecem. Só que num outro processo de criação ganhava-se um clube pensado, motivado e organizado.
Os juniores B do CAF foram goleados por 12-1 pelo Porto. A diferença entre as equipas já não é justificativa para este tipo de resultados. Não há responsáveis para assumirem a desmotivação deste grupo de trabalho?! Está-se a fazer formação?! Que jovens se estão a formar?!
Muitos pensam que se pode mentir somente quando se fala e não quando se está calado.
As equipas de iniciação e formação do CAF estão a viver no limite, no risco. Até quando será possível aguentarem? Ultrapassa a centena o número de praticantes dos escalões de iniciação e formação e parece que se continua a olhar, só, para o próprio umbigo.
Agora vamos ver como decorrem as coisas para quem muito deu, pensando sempre estar a fazer bem, de si ao clube. O CAF vai ser uma boa recordação para muitos mas, infelizmente, um mar de problemas para alguns.
A opção tomada do recriado Académico tem sempre de ser colocado em causa, por muito que custe a algumas pessoas.
Viseu trocou um Clube por uma equipa.
in Jornal do Centro em 28 de Outubro de 2005
A vitória. . . do Fontelo e do Multiusos
A vitória, esperada, do Dr. Fernando Ruas é o reconhecimento do Concelho pelo trabalho desenvolvido ao longo dos anos à frente da Câmara Municipal de Viseu. Não há dúvidas quanto ao resultado do sufrágio eleitoral do último domingo.
Que seja, também, a vitória do Fontelo e do Pavilhão Multiusos.
No último discurso da campanha eleitoral, o Dr. Fernando Ruas referiu que chegou a altura de dinamizar o Fontelo, agora que as novas infra-estruturas estão quase concluídas. É um desejo de todos os viseenses voltar a ter um espaço de convívio e competição desportiva de excelência.
O Pavilhão Multiusos e o Fontelo vão ser, assim se espera, espaços de referência para todos os beirões. Ver semanalmente jovens de Lamego, Castro Daire, Mortágua, Tondela, Cinfães, etc. a competirem e conviverem com os jovens de Viseu é a melhor forma de desenvolvimento desportivo e social da região.
Valerá a pena começar com os nossos jovens, com as nossas crianças. Viseu tem de ser referência Distrital também no desporto.
Animar a cidade através do desporto é sempre dar cor, alegria, solidariedade. Que muitas e variadas cores se vejam a cruzar no Rossio, no antigo Mercado 2 de Maio, na Feira de São Mateus dos clubes, associações que passam em Viseu para partilharem connosco o que mais gostam de fazer: praticar desporto.
O intercâmbio a nível regional deve ser uma prioridade, assim como deixar o uso dos espaços desportivos preferencialmente para quem durante o ano inteiro, à chuva ou ao sol, ao frio ou ao calor se dedica à prática desportiva. Existe muito trabalho de qualidade, que precisa e merece mais e melhor exposição.
Viseu procura uma identificação desportiva nos dias de hoje depois do que aconteceu ao CAF, pelo que nada melhor que promover o espírito desportivo de crianças e jovens viseenses o tempo se encarregará de criar as melhores alternativas, de fornecer soluções.
A nós cabe equipar os jovens das ferramentas necessárias para um desenvolvimento saudável e harmonioso.
in Jornal do Centro (14 de Outubro de 2005)
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