quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Bola para a frente

A nova lei de bases do desporto está a ser ultimada. Depois de um “tour” nacional onde se ouviu e debateu a situação do desporto português e as medidas a tomar está para breve o resultado. Espera-se que interesses e jogos de influência instalados sejam de vez irradiados do desporto português.
O financiamento dos clubes tem sido feito de forma incorrecta e quem trabalha com rigor, qualidade é quase sempre perdedor dentro do campo. O apoio autárquico que tem sido o garante de muitas colectividades vai ter de rever a sua forma de o fazer. O desporto profissional tem de se financiar a si próprio. O amador e formação terão do poder autárquico direito ao subsidio, devendo o mesmo ser sempre justificado, de forma a não ser um amadorismo encapotado.
Uma auditoria do Tribunal de Contas detectou alegados «pagamentos ilegais de apoios financeiros a federações desportivas» nos anos de 2003 e 2004. O Desporto em Portugal parece que não encarreira mesmo.
Para já a nova época futebolística só traz os mesmos problemas e erros de outros anos. As divisões estão coxas. A qualidade vai ser baixa.
Eram vinte clubes que estavam impedidos de participar nos campeonatos nacionais da II e III divisões da FPF. A Associação de Futebol de Viseu alarga o período de inscrição nos campeonatos distritais para tentar evitar mais desistências.
É sempre uma medida de recurso, que adia o problema. Os clubes têm de ser apoiados, motivados e não empurrados para uma competição para a qual não têm condições de participar.

10 de Agosto de 2006

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