Todo treinador encontra aquele jogador diferente.
Brilhante.
Criativo.
Vê o jogo como poucos.
E, ao mesmo tempo…
Desliga quando quer.
Frustra-se rápido.
Ultrapassa limites.
Parece viver noutro ritmo.
Muitos treinadores tentam controlá-lo.
Outros dão carta branca.
As duas formas falham.
Porque o “jogador difícil” raramente é difícil.
É incompreendido.
Na formação, estes miúdos ganham rótulos:
“Preguiçoso.”
“Arrogante.”
“Complicado.”
“Não é de equipa.”
Mas, na verdade, são:
Pensadores rápidos.
Criativos.
Resolutores de problemas.
Mentalmente à frente do contexto.
O problema não é o talento.
É a estrutura que ainda não acompanha a cabeça deles.
O segredo?
**Não é domar.
É canalizar.**
“Eu vejo o que estás a tentar fazer.”
Isto abre portas que gritar nunca abre.
Eles não querem ser mandados.
Querem ser provocados a decidir.
O talento abre portas.
O comportamento mantém-te em campo.
Regulação emocional.
Consciência do outro.
Timing para decidir.
Quando encaixa… tudo muda.
O “difícil” transforma-se em líder.
Não porque o moldaste à força - mas porque o acompanhaste.
Educar no futebol não é tratar todos por igual.
É dar a cada um o que precisa para crescer.
Os mais desafiantes têm, muitas vezes, o maior potencial…
se fores paciente o suficiente para os orientar.
Vitor Santos | Educar o sonho
#Respeito #EducaroSonho #etica #respeito #valoresnodesporto #formação #deixajogar #desporto #EuJogoSemProtestar #TreinarComValores #treinador #ÉticaDoTreinador #CulturaDeEquipa #jogador #desportocomvalores #EducarOSonho #futebol #clubes #atleta
